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Há um menino, há um muleque
Morando sempre no meu cora�o
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Há um passado no meu presente
Um sol requinte la no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, carater, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver
Como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sussegado qualquer sacanagem
Ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude
O solidario não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão

Há um menino, há um muleque
Morando sempre no meu cora�o
Toda vez que o adulto balança ele vem
Pra me dar a mão

E me fala de coisas bonitas que eu acredito
[- From: http://www.elyrics.net -]

Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, carater, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver
Como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sussegado qualquer sacanagem
Ser coisa normal

Há um menino, há um muleque
Morando sempre no meu cora�o
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Bola de meia, bola de gude
O solidario não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, carater, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver
Como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sussegado qualquer sacanagem
Ser coisa normal

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